{"id":883,"date":"2022-10-17T12:16:00","date_gmt":"2022-10-17T15:16:00","guid":{"rendered":"https:\/\/cervejeirosriopreto.com.br\/portal\/?p=883"},"modified":"2022-09-28T12:17:46","modified_gmt":"2022-09-28T15:17:46","slug":"3-cervejas-trapistas-que-voce-precisa-conhecer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cervejeirosriopreto.com.br\/portal\/index.php\/2022\/10\/17\/3-cervejas-trapistas-que-voce-precisa-conhecer\/","title":{"rendered":"3 cervejas trapistas que voc\u00ea precisa conhecer"},"content":{"rendered":"\n<p>Que tal provar algumas cervejas e conhecer mais a fundo essa tradi\u00e7\u00e3o? \u00c9 para beber de joelhos!<\/p>\n\n\n\n<p>O vinho n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica bebida da Igreja Cat\u00f3lica. Desde o in\u00edcio da Idade M\u00e9dia, em torno de 500 d.C., monges produziam cerveja para sua subsist\u00eancia nos mosteiros da Europa. E como eram alfabetizados, desenvolveram boa parte da tecnologia da bebida, usando todo conhecimento cient\u00edfico que tinham. Tamb\u00e9m ajudaram a guardar a cultura cervejeira, registrando o que faziam.<\/p>\n\n\n\n<p>Em especial, a Ordem Trapista \u00e9 bastante importante. Apesar de produzir cerveja h\u00e1 muito tempo, se destacaram na arte de produzir a bebida entre o final do s\u00e9culo XIX e come\u00e7o do XX. Hoje, s\u00e3o 13 cervejarias trapistas espalhadas pelo mundo, reconhecidas pela Associa\u00e7\u00e3o Internacional Trapista.<\/p>\n\n\n\n<p>Para se denominar cervejaria trapista, al\u00e9m de participar da associa\u00e7\u00e3o, que \u00e9 respons\u00e1vel por essa classifica\u00e7\u00e3o, \u00e9 necess\u00e1rio seguir algumas regras. Em primeiro lugar, as cervejas devem ser produzidas por monges, ou sob sua supervis\u00e3o deles, dentro dos monast\u00e9rios trapistas.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, seguindo as regras da Ordem, que inclui voto de pobreza, todo o lucro deve ser para manuten\u00e7\u00e3o do mosteiro e obras de caridade.<\/p>\n\n\n\n<p>A associa\u00e7\u00e3o distribui o selo de Aut\u00eantico Produto Trapista para as cervejarias que se encaixam nos crit\u00e9rios. Atualmente, s\u00e3o dez marcas. Ent\u00e3o, que tal provar algumas dessas cervejas para conhecer essa tradi\u00e7\u00e3o? Acreditem quando eu digo: s\u00e3o de beber de joelhos!<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Westmalle Tripel<\/h2>\n\n\n\n<p>A Westmalle Tripel \u00e9 considerada a \u201cm\u00e3e\u201d desse estilo, porque lan\u00e7ou a primeira cerveja Tripel de cor dourada na d\u00e9cada de 1920 \u2013 at\u00e9 ent\u00e3o, elas eram marrons. Trata-se de uma cerveja frutada, que lembra principalmente compota de p\u00eassego e damasco, com toque de mel, noz-moscada e cravo, sendo bem alco\u00f3lica. Fundada em 1974, a abadia de Nossa Senhora do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o fica na cidade de Westmalle, na parte Norte da B\u00e9lgica. Da\u00ed o nome da cerveja.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Rochefort 10<\/h2>\n\n\n\n<p>J\u00e1 a Rochefort 10 vem da Abadia Notre-Dame de Saint-Remy, que fica na cidade de Rochefort, no Sul da B\u00e9lgica. Trata-se de uma fant\u00e1stica Dark Strong Ale, de 11,3%, cor marrom, alto teor alco\u00f3lico, com aromas e sabores lembrando ameixas, frutas secas e caramelo. O monast\u00e9rio foi fundado em 1230 e interrompeu suas atividades e produ\u00e7\u00e3o diversas vezes at\u00e9 o final da Segunda Grande Guerra.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Chimay Dor\u00e9e<\/h2>\n\n\n\n<p>Nem s\u00f3 de cervejas muito alco\u00f3licas vivem os monges. Na verdade, no dia a dia, eles bebiam uma vers\u00e3o suave chamada Single. Ela era leve, muito pouco alco\u00f3lica, \u00f3tima para acompanhar as refei\u00e7\u00f5es e n\u00e3o embriagar (o que comprometeria as tarefas do cotidiano). A Chimay Dor\u00e9e foi criada em 1862 baseada nesse estilo. Hoje, ela tem 4,8%, aromas de cascas de p\u00e3o e mel, al\u00e9m de damascos e uvas verdes, com suave toque de l\u00fapulo floral e delicada pic\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 produzida por monges da abadia de Notre-Dame de Scourmont, na B\u00e9lgica, mosteiro fundado em 1850. Ele chegou a ser destru\u00eddo na Segunda Guerra Mundial e voltou a produzir apenas em 1944. Foi a primeira a usar o nome cerveja.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\">fonte: https:\/\/cervejar.com\/3-cervejas-trapistas-que-voce-precisa-conhecer\/<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Que tal provar algumas cervejas e conhecer mais a fundo essa tradi\u00e7\u00e3o? \u00c9 para beber de joelhos! 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