No universo das cervejas especiais existem alguns critérios e padrões de medidas para avaliar a qualidade de cada rótulo. Estamos falando do Drinkability, um termo derivado do inglês composto por duas palavras: drink, que significa beber, e ability, que significa habilidade. Mas, antes de qualquer dedução precipitada, o termo não tem a ver com a habilidade de beber.
Drinkability é um conceito subjetivo que vai medir o quanto o líquido é bebível e agradável. Quanto maior o grau de drinkability maior é a satisfação provocada pela degustação da cerveja, o que faz com ela seja passível de ser consumida novamente.
Drinkability pode significar preferência e indução ao consumo
Cada tipo de cerveja vai ter suas características próprias, e se alguma delas incomodar o degustador, tudo indica que, para ele, aquele rótulo possui baixa drinkability. O sabor apreciado pelo paladar, o aroma e até mesmo os efeitos sentidos no dia seguinte são os elementos que vão determinar o grau de drinkability de cada bebida.
Além dos elementos citados acima, a pré-disposição da pessoa a uma determinada marca ou produto também interfere na drinkabillity, porque uma vez que se esteja acostumado com a bebida, o consumidor a tem como preferência e por isso as chances dela ser consumida são muito maiores.
Aroma, sabor e efeitos no organismo determinam a drinkability
Mesmo uma cerveja com aroma agradável e ótimo sabor pode ter baixo grau de drinkability, porque pode ser de difícil digestão, ou considerada pesada. Podemos concluir então que a cerveja com drinkability é aquela que combina os três fatores: aroma, sabor e efeitos no dia seguinte.
O que para uns pode ser desagradável, para outros pode ser o ponto forte da cerveja, e por isso a drinkabilily não é reconhecida como parâmetro de avaliação de cervejas artesanais.
Ela leva em conta a observação que cada consumidor faz em relação a cada rótulo que degusta e se a bebida vai ter excelência nos três quesitos, combinados com seu próprio organismo.
Fonte: beerbier.com.br
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